terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Qual é o teu limite, Neymar?

Ah, que saudades que eu sentia disso aqui. Aliás, não só do blog, mas também ter sobre o que falar. Até porque, com o fim das competições esportivas em dezembro, minha vida se resumia a assistir filmes e trilogias que eu nunca assisti, ou então até mesmo rever outras que eu já tinha visto, como “Star Wars” e “Terminator”.



Sim, Arnold. Eles voltaram! E voltaram com tudo.



Ontem de madrugada, me peguei assistindo simultaneamente a três partidas. A primeira delas, válida pelo Australian Open, colocou o monstro Rafael Nadal diante do nosso tupiniquim Marcos Daniel. E juro, que dó que eu tive do brasileiro. Ia levando um duplo 6x0 quando alegou contusão e abandonou a partida. Melhor para o monstrinho espanhol, que tem tudo pra fechar os quatro Grand Slams seguidos, apesar de não serem no mesmo ano.

E por falar em monstrinho, a outra partida que assisti nessa madrugada foi a estréia da Seleção Brasileira sub-20, no Sul-Americano do Peru, diante do Paraguai.



Assim como do Marcos Daniel, eu tive dó da zaga paraguaia, que simplesmente tomou um baile do Neymar. Como joga esse cara! Quatro gols, muitos dribles e, acima de tudo, chamando a responsabilidade, daquele que é sem sombra de dúvidas o grande destaque brasileiro no torneio. É isso que se espera dele.

Confesso que já tive ressalvas enormes quanto ao Neymar, principalmente pela sua conduta no Santos em 2010, quando entrou em atrito com o então treinador Dorival Júnior. No entanto, acredito cegamente que o episódio fez o garoto amadurecer. E hoje fico me perguntando: qual é o teu limite, Neymar?



Nota deste blogueiro: Já vinha me esquecendo – a terceira partida que assiti foi a do brasileiro Thomaz Bellucci contra o compatriota Ricardo Mello, também válida pelo Australian Open. Vitória por 3 a 2 de Bellucci, que provou mais uma vez sua irregularidade e capacidade de complicar jogos que estão fáceis. Será que o Larri Passos, ex-treinador do Guga e seu atual técnico, vai conseguir corrigir tanta fraqueza mental? Só o tempo dirá.

Um comentário:

Tim disse...

como te disse no tuiter, eu no lugar do marcos daniel teria simulado um infarto na quadra pra fugir do massacre! haha
e quanto ao neymala, joga muito essa peste... espero que ele continue evoluindo tanto na objetividade do seu futebol arte quanto na sua mentalidade, pra não ter o mesmo futuro de ronaldinho, ronaldão, adriano...