Confesso que fiquei bastante triste ao acompanhar hoje cedo, pelo Whiplash, a morte de uma das maiores figuras da história do Heavy Metal. Depois de travar uma verdadeira luta épica, como aquelas descritas por ele mesmo em várias letras de suas músicas, Ronnie James Dio (Black Sabbath, Heaven and Hell, Rainbow) deixou o mundo dos terráqueos para viver, com o perdão do trocadilho, entre o “Paraíso e o Inferno”. Uma batalha contra a doença maldita, também conhecida como câncer, que tirou e tira a vida de tantas pessoas nesse mundo; com o ex-vocalista do Black Sabbath, que tinha 67 anos, não foi diferente.
Ronnie esteve presente no Brasil, em 2009, para divulgar a sua atual banda, o Heaven and Hell, na apresentação única no país. Formada por outros integrantes históricos do lendário Sabbath como Tony Iommi, Geezer Butler e Vinny Appice, o Heaven and Hell foi uma das últimas bandas que comecei a ouvir e que, infelizmente, não terei a oportunidade de ouvir mais com Dio nos vocais.
Ronnie pode não ter sido tão representativo e não ter a grife do nosso prezadíssimo Ozzy Osbourne nos vocais, mas sem dúvida marcou seu nome na história do Heavy Metal. Lembro eu de quantas vezes eu não ficava todo “pirilampo (HAHA)” ao ouvir aquela que, sem dúvida sempre ficará na minha cabeça ao ouvir o nome de Dio: Holy Diver. Aliás, a mesma música tem uma ótima versão feita por uma banda que gosto bastante, o Killswitch Engage.
Mas nem de tristezas foi este domingo. No tênis, Rafael Nadal e Roger Federer voltaram a protagonizar uma das maiores rivalidades da história do tênis na decisão do Masters Mil de Madrid. No fim das contas, o espanhol levou a melhor, mostrando estar plenamente recuperado dos problemas físicos que chegaram a derrubar o atual número dois do mundo para a que eu prefiro chamar de incongruente quarta posição no ranking mundial.
Definitivamente o "Touro Miúra" está de volta e é, sem sombra de dúvidas, o grande favorito para a conquista de Roland Garros em 2010. Depois de cair em 2009 para a então zebra Robin Soderling, Nadal chega na atual temporada gabaritado não só pelos seus resultados dentro das quadras de saibro, mas também pela forma que vem atuando. O espanhol simplesmente venceu os três torneios Masters Mil disputados nesse tipo de piso e teve poucos adversários a altura, a não ser o próprio Roger Federer, que deu trabalho em Madrid e é atual campeão em Paris.

A vitória por dois sets a zero (6/4 e 7/6) coloca Nadal novamente no posto de número dois do mundo. E o suíço que não abra o olho, já que defende o título em Roland Garros e precisa chegar no mínimo à semifinal para manter o posto. Rafa tem chances claras até mesmo de reassumir a liderança do ranking mundial e tem mostrado bola pra isso. Resta aguardar por Paris e torcer para uma campanha surpreendente do nosso brasileiro Thomaz Bellucci, que vem tendo excelentes atuações no piso em 2010.
Amanhã, análise da rodada do Brasileirão. Hasta la vista, tcholos!

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